Hepatites E e explicações

Rapaz, já estou até me sentindo doente de tantos posts de hepatite que fiz até agora... @_@

E, olha!!!! Tem hepatite G também, nunca tinha visto isso antes!!!

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A última enfermidade reconhecida do alfabeto das hepatites, a do tipo E, é pouco recorrente no Brasil, justamente por não existirem áreas endêmicas. No entanto, o vírus causador dela, o VHE, provoca sintomas bem parecidos com a hepatite do tipo A. A principal diferença com o vírus VHA é justamente a incidência, que é bem menor.

A principal forma de contaminação é “oro fecal”, como explica o hepatologista cooperado da Unimed Fortaleza e chefe do serviço de Gastroenterologia do Hospital Geral de Fortaleza, Francisco Sergio Rangel de Paula Pessoa. Isto é, adquire-se a doença por meio de alimentos contaminados e água mal tratada.

Os locais onde não existem cuidados básicos de higiene são os mais suscetíveis a existência do vírus. A melhor forma de prevenção, portanto, é por meio do “saneamento básico”, como explica o hepatologista. “As epidemias se associam a períodos chuvosos com áreas de enchentes e alagamentos”.

Em contato com o vírus, o período de incubação pode variar de sete a 21 dias. Os principais sintomas, assim como na hepatite A, são “olhos amarelados, urina escura, náuseas e vômitos, falta de apetite, febre baixa e dor ao andar na parte superior do abdome”, relata o especialista. Em sua fase inicial a hepatite E pode ser assintomática, ou seja, sem apresentar sinais.

Segundo o médico, em 99% dos casos, o paciente tem cura espontânea. “O tratamento baseia-se em repouso relativo, alimentação livre e medicação sintomática para náuseas, vômitos, febre e dor”. O quadro só se complica no caso de gravidez. “São descritas formas graves e fulminantes de hepatite E em mulheres que se contaminam com o vírus durante a gestação”, alerta.



As dicas para evitar o mal são as mesmas do tipo A

- Sempre beber água clorada ou fervida.
- Comer alimentos cozidos, quando a procedência é desconhecida.
- Lavar as mãos antes das refeições e após usar o banheiro.
- Não consumir frutos do mar crus ou mal cozidos.
- Não beber nada alcoólico após a descoberta da doença e nos seis meses decorrentes.


Existem as hepatites do tipo F e G?

Segundo o hepatologista Sérgio Pessoa, a comunidade internacional ainda não é unânime em aceitar as hepatites F e G, como doenças estabelecidas em relação à identificação dos vírus causadores e a evolução clínica.



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Ah, tá explicado!!! Ufa!!!

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Juliana Fernandes, estudante de 18 anos com sérios problemas mentais, inaugura seu 123343º blog, desta vez com o intuito de reunir o máximo de informação possível para o vestibular (e coisas mais!)
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