Peça, ato e cena

A encenação teatral, em sua quase totalidade, baseia-se num texto escrito para essa finalidade por um autor, que também é chamado de dramaturgo. Acrescido de uma série de recursos cênicos (interpretação dos atores, cenografia, figurinos, iluminação, sonoplastia, etc.), o texto pode vir a construir uma peça de teatro.

Uma peça de teatro, portanto, compreende as ideias que o autor colocou no papel, acrescida de visão particular do diretor teatral que a dirigiu. Por esse motivo, costuma-se dizer que o diretor é um leitor primeiro/privilegiado do texto teatral.

Para facilitar o entendimento, marcar as divisões de tempo e espaço ou mesmo para indicar os fragmentos que comporão a peça como um todo, muitas vezes o autor divide sua peça em partes denominadas de atos. Por conseguinte, os atos podem ser subdivididos em outras pequenas partes, denominadas de cenas.

A representação dramática de uma peça pode, ou não, ter intervalos coincidindo com os seus atos.

Mesmo quando não há indicação da subdivisão de atos em cenas, cade ao diretor do espetáculo identificar as ações que tenham unidade entre si e dividi-las em cenas para facilitar o andamento da tarefa de dirigir a peça.

O termo cena foi conhecido, ao longo da história, primeiramente como cenário, depois como local em que se passava a ação e só depois veio a designar o segmento temporal de um ato.

O dramaturgo escreve o texto teatral em forma de diálogo e, simultaneamente, apresenta indicações para os atores, em forma de didascálias ou rubricas, que têm por finalidade informar as peculiaridades que o autor considera essenciais para o desenvolvimento da trama, além de sinalizar o tempo, o espaço e modo de ação ou, ainda, para facilitar a composição dos personagens.

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Juliana Fernandes, estudante de 18 anos com sérios problemas mentais, inaugura seu 123343º blog, desta vez com o intuito de reunir o máximo de informação possível para o vestibular (e coisas mais!)
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