Princípios e critérios do FSC para a certificação


Princípio 1: Obediência às Leis e aos Princípios do FSC

O manejo florestal deve respeitar todas a leis aplicáveis ao país aonde opera, os tratados internacionais e acordos assinados por este país, e obedecer a todos os Princípios e Critérios do FSC.

Princípio 2: Responsabilidades e direitos de posse e uso da terra

Os direitos de posse e uso de longo prazo relativos à terra e aos recursos florestais devem ser claramente definidos, documentados e legalmente estabelecidos.

Princípio 3: Direitos dos Povos Indígenas

Os direitos legais e costumários dos povos indígenas de possuir, usar e manejar suas terras, territórios e recursos devem ser reconhecidos e respeitados.

Princípio 4: Relações Comunitárias e Direitos dos Trabalhadores

As atividades de manejo florestal devem manter ou ampliar o bem estar econômico e social de longo prazo dos trabalhadores florestais e das comunidades locais.

Princípio 5: Benefícios da Floresta

As operações de manejo florestal devem incentivar o uso eficiente dos múltiplos produtos e serviços da floresta para assegurar a viabilidade econômica e uma grande gama de benefícios ambientais e sociais.

Princípio 6: Impacto Ambiental

O manejo florestal deve conservar a diversidade ecológica e seus valores associados, os recursos hídricos, os solos, e os ecossistemas e paisagens frágeis e singulares, e ao assim atuar, manter as funções ecológicas e a integridade da floresta.

Princípio 7: Plano de Manejo

Um plano de manejo - apropriado à escala e intensidade das operações propostas - deve ser escrito, implementado e atualizado. Os objetivos de longo prazo do manejo florestal e os meios para atingi-los devem ser claramente definidos.

Princípio 8: Monitoramento e Avaliação

O monitoramento deve ser conduzido - apropriado à escala e à intensidade do manejo florestal - para que sejam avaliados a condição da floresta, o rendimento dos produtos florestais, a cadeia de custódia, as atividades de manejo e seus impactos ambientais e sociais.

Princípio 9: Manutenção de florestas de alto valor de conservação

As atividades em manejo de florestas de alto valor de conservação devem manter ou ampliar os atributos que definem estas florestas. Decisões relacionadas à florestas de alto valor de conservação devem sempre ser consideradas no contexto de uma abordagem precautória.

Princípio 10: Plantações

As plantações devem ser planejadas e manejadas de acordo com os Princípios e Critérios de 1 a 9 e o Princípio 10 e seus Critérios. Considerando que as plantações podem proporcionar um leque de benefícios sociais e econômicos, e contribuir para satisfazer as necessidades globais por produtos florestais, recomenda-se que elas complementem o manejo, reduzam as pressões, e promovam a restauração e conservação das florestas naturais.

Maurício e Nair, os jovens empreendedores: nos circuitos faiscantes dos serviços globalizados

Maurício (20 anos) e Nair (17 anos) compõem a terceira geração de uma família de operários. Migrante do Paraná, o patriarca Genésio chegou a São Paulo em 1978 (tinha então 45 anos) com a esposa e seis filhos. Alguns dias depois já estava instalado em uma moradia mais do que precária em uma região de ocupação, que, no correr dos anos, transformou-se em uma grande favela. É uma família de operários metalúrgicos. Genésio, hoje aposentado, conseguiu emprego poucos dias depois de sua chegada, e seguiu por dezenove anos nesse mesmo emprego. Quanto aos cinco filhos mais velhos, em pouco tempo também estavam trabalhando em algumas das grandes fábricas da região. Depois, ainda nos anos de 1980, passariam a trabalhar nas pequenas fábricas instaladas nas imediações da favela, e lá se manteriam por todos esses anos, com salários baixíssimos, mas uma estabilidade que as novas gerações já não iriam conhecer.

Os jovens Maurício e Nair estão tentando a sorte nos circuitos faiscantes dos serviços globalizados. Maurício começou a trabalhar em 1999. Tinha então 16 anos e conseguiu, por indicação de conhecidos de seus pais, um emprego de office-boy no Parque Aquático The Waves. Seis meses depois, o parque foi à falência e fechou. No seu lugar foi construído um hipermercado Extra e, ao lado, uma das maiores e mais sofisticadas academias de ginástica, a caríssima Unysis. Depois, trabalhou como office-boy numa agência de emprego, na qual progrediu para auxiliar administrativo. Mas a quantidade de serviço diminuiu e a empresa se afundou em dificuldades financeiras. Ele amargou dois anos de desemprego, com inúmeras e persistentes tentativas de achar trabalho, sem sucesso. Quase sempre em lojas de shoppings centers, algumas de grifes famosas: "Eu queria trabalhar com o público, é isso o que eu gosto, e daí falei – 'vou me dar bem'". Fez entrevista na Ellus, grife conhecida de jeans, mas a concorrência era muito grande – "todo mundo querendo entrar, pessoal que trabalha, pessoal que estava cursando faculdade, tinha até modelo, sabe?". Espalhava currículos por onde passava, sem conseguir nada. Então surge a oportunidade, quando uma vizinha o apresenta para a assessora de imprensa de um escritório de promoção de eventos culturais. A empresa fica no rico bairro do Morumbi, na avenida Giovanni Gronchi. O seu trabalho é atender os telefonemas, cuidar das agendas, marcar entrevistas. Esse emprego joga Maurício em um mundo que seria inimaginável para seus pais. Vez por outra, acompanha os eventos organizados, por exemplo, no Olympia, badalada e prestigiosa sala de shows. Maurício transita pelo "circuito nobre" da cidade: shoppings centers, bares e pontos de encontro no Centro, ou os agitadíssimos bairros de classe média, Moema e Vila Nova Conceição, Pinheiros e Vila Madalena. Diz que começou a transitar pelos circuitos badalados já nos tempos da agência de empregos: fez amigos, passou a freqüentar outros circuitos, conheceu muita gente e vez por outra conseguia entrar de graça nas grandes casas de espetáculo, pelas mãos de "gente conhecida" lá de dentro. "Tenho amigos de São Paulo inteiro", diz Maurício.

É bem possível que o rapaz exagere e haja um tanto de ficção nisso tudo. Mas o fato é que o rapaz já está mirando para outros lugares e de outros lugares. Sonha fazer uma "faculdade de comunicação" e encontrar o seu lugar nesses faiscantes circuitos dos modernos serviços da "cidade global". Acha que tem jeito e talento para isso. É muito provável que esse sonho dourado não vá longe e que o rapaz logo bata de frente nas regras mais do que excludentes dos modernos-moderníssimos circuitos globalizados. Mas os lances da vida já configuraram outro jogo de referências e outros prismas pelos quais a cidade se lhe apresenta: diferente da geração dos seus pais, que valorizam exatamente essa espécie de "mundo à mão" que a favela lhes oferece – a família que está por perto, os empregos ali do lado. Para Maurício, na favela tudo é longe e a periferia não tem nada, os lugares são perigosos e, além do mais, é tudo muito feio: "Aqui não tem nada, não tem nem paisagem agradável para ver".

Nair, 17 anos, prima de Maurício, começou a trabalhar muito cedo e seus percursos dizem algo dos novos circuitos dos empregos da região. Em 1995, aos 11 anos de idade, trabalhava em uma pequena firma terceirizada que montava brinquedos para o McDonald's. Várias meninas suas vizinhas trabalhavam lá. Quem tocava o negócio era uma conhecida da família, na garagem de uma casa em uma rua próxima à avenida Giovanni Gronchi, ponto de ligação entre a pauperizada região em que mora e o riquíssimo Morumbi. No seu entroncamento, ao lado do hipermercado Carrefour, está a loja do McDonald's. Em 1998, trabalhou seis meses numa empresa que monta canetas para propaganda: era ano eleitoral e havia muito serviço. Depois, em um período em que não conseguia nenhum emprego, resolveu montar, junto com a mãe, um negócio de revenda de roupas. Em 2001, aos 17 anos, conseguiu, por meio da indicação de uma amiga, emprego como atendente na Companhia Atlética, no Shopping Morumbi: lugar de ricos e famosos em busca de "saúde e boa forma". Para ela, a boa sorte chegou. É de lá que Nair espera alçar vôo e conseguir empregos mais promissores nas lojas desse luminoso circuito do consumo de alta renda. Nair também pensa em seu futuro: quer aprender inglês, fazer um curso de enfermagem, juntar algum dinheiro nessa profissão, para então realizar o sonho de uma faculdade de fisioterapia. Enquanto espera a boa sorte, Nair acompanha o primo Maurício em suas andanças pela cidade, entre shoppings centers e bares de Vila Madalena, Pinheiros e Moema.

Os dois primos têm em mira outros horizontes. Maurício empenha-se em melhorar de vida: completou o segundo grau e quer continuar os estudos, nunca vacilou na procura do emprego e tenta tirar tudo de si para encontrar um lugar melhor. Enfim, Maurício é um empreendedor, como sua prima Nair. É assim que ele se enxerga, e ela também. E, para ambos, é esse o crivo que faz a diferença com relação a seus amigos de infância e vizinhos. "Também tem gente como eu", diz Maurício, "gente que batalha e quer mudar de vida." Mas avalia: "A maioria fica onde está, vai se acomodando, não quer saber de nada, não tenta outros vôos para suas vidas". Essa é uma clivagem complicada, bem sabemos. O ethos empreendedor do individualismo mercantil está aí bem cifrado, também o sabemos. Mas é nesse código que ele formula as esperanças de construir uma vida plausível. É nessa clivagem que está o nervo (um deles) exposto do mundo. O problema não é morar na favela. São mundos diferentes, mas o domínio dos dois códigos não é excludente, e eles transitam entre um e outro com desenvoltura.

Maurício e sua prima Nair são personagens que esclarecem algo sobre o modo como a dobradura entre os mundos é feita, entre a materialidade da cidade e seus circuitos e a natureza das conexões (e dos conectores) que operam esse jogo de acessos e bloqueios. É aí, nessas dobraduras da vida social, que o drama se configura. Por isso mesmo os percursos desses jovens personagens nos ajudam a compor o quadro das complicações atuais: o mundo dos serviços e seus circuitos modernos, verdadeiro campo de gravitação (referências, possibilidades e também bloqueios) em um cenário de encolhimento dos empregos e de trabalho precário. E ainda: a violência de todos os dias e os "caminhos tortos" da vida que vão capturando muitos de seus vizinhos (como em todos os lugares) nos circuitos do tráfico de drogas e da criminalidade violenta. Tudo isso compõe um conjunto de coordenadas que ajudam a desenhar uma cartografia social, seguindo as linhas de força que atravessam o mundo social e seus pontos de ruptura, suas passagens e também suas ambivalências.

Jorge, o trabalhador precário: no circuito fechado das agências de trabalho temporário

Os percursos desses jovens encantados com os circuitos faiscantes da "cidade global" têm que ser confrontados com outros, com os daqueles que transitam nos circuitos que se alimentam da riqueza da cidade global, sem conseguir romper o círculo de ferro das agências de trabalho temporário. Assim é a história de Jorge, 31 anos, o filho mais novo do patriarca Genésio e tio, portanto, dos jovens empreendedores.

O rapaz tem uma história em tudo diferente dos irmãos mais velhos. Entrou na vida adulta em um mundo já revirado, não encontra alternativas fora do trabalho precário e amarga períodos prolongados de desemprego. Impossível reproduzir a estável trajetória de trabalho de seus irmãos. Mas ele viveu a virada dos tempos também pelo outro lado, o da violência, que em poucos anos dizimou quase todos os seus amigos de infância e adolescência. E liquidou um animadíssimo grupo de som que ele comandava junto com amigos, abastecido com CDs e discos comprados nas famosas galerias do Centro da cidade, ponto de encontro de jovens aficionados do rap e do hip-hop. Como ele conta, alguns foram mortos, outros estão fugidos. Ele também "contrariou a estatística", para evocar o trecho de uma letra de música dos Racionais MCs, grupo de rap que é uma referência importante nas periferias da cidade e certamente um pólo de identificação para Jorge, como para tantos outros (cf. Khel, 2000). Diferente dos sobrinhos empreendedores, as luzes faiscantes dos serviços globalizados não fazem parte de suas cogitações, e ele tampouco sonha em morar em outras paragens. É lá mesmo, na periferia (é ele que usa o termo, "é tudo periferia"), que constrói conexões de sentido de sua vida. Como ele diz, "periferia é isso aí... aquela música dos Racionais diz tudo".

Jorge tem uma trajetória ocupacional errática, não consegue se estabelecer nos empregos e vai seguindo os anos entre períodos de trabalho precário e desemprego. O único traço de continuidade em sua história ocupacional é a intermediação das agências de emprego temporário, e o único traço em comum com seus irmãos mais velhos é a circulação pelo que poderíamos chamar de mercado local. Mas se para estes o raio de circunferência dos empregos foi em grande parte demarcado pelas redes sociais em que circulavam informações e aberturas de oportunidades, no caso de Jorge os tempos são outros e a entrada no mercado se faz em boa medida pela intermediação das agências. São elas que arbitram e decidem a locação dos empregados, e as escalas de distância e proximidade é justamente um dos critérios. Não poucas vezes Maurício viu sua chance de emprego se esvanecer por não morar nas proximidades da empresa.

É verdade que alguns furam o cerco e conseguem emprego. Mas entram então em um circuito fechado, muito difícil de ser rompido. Assim acontece com Marcelo, 22 anos, que mora em um bairro ao lado. Tem o secundário completo, fez curso de informática e outro com o indefinível nome de "técnicas comerciais". Conseguiu um emprego de caixa no Carrefour. Trabalho temporário. Até que se saiu bem e conseguiu ser contratado. Mas, ele pondera, caixa de supermercado não é futuro nem dá futuro para ninguém. No máximo, de caixa a repositor de estoques. Marcelo espera mais da vida. Contudo, ele diz que, uma vez em supermercado, sempre em supermercado – "no que você coloca a experiência de supermercado no currículo, um American Express, uma Xerox, uma firma não vai te chamar, o cara da empresa vai te olhar e vai falar, o cara é supermercado, vai trabalhar em supermercado". Saiu desse emprego e tentou outras entradas no mercado de trabalho: apelou a amigos e conhecidos, espalhou currículos por todos os cantos. Sem sucesso. Depois de algum tempo, foi chamado para trabalhar no hipermercado Extra. "Caí na real", diz Marcelo, "não tem jeito", ou isso ou o desemprego. Quando o encontramos, em 2001, havia sido promovido a repositor de estoques.

Iluminação: a técnica que faz a diferença


A preocupação com a iluminação no teatro é antiga. No teatro grego, onde a luz era exclusivamente natural, os espetáculos iniciavam com o nascer do sol e, às vezes, avançavam à noite. Utilizando da criatividade, esses profissionais buscavam sempre locais com luzes abundantes e auxílio do fogo para fazer suas produções.

História bem diferente nos tempos atuais. “Hoje a iluminação faz toda a diferença. Pode ajudar a compor um bom cenário. Pode dar ênfase a uma atuação e é tão importante para uma apresentação quanto os atores. É uma ferramenta de auxilio que, por instantes, pode virar protagonista de um espetáculo.”

Quem afirma é a iluminadora Claudia de Bem. Com uma longa carreira na frente e atrás dos palcos, ela, a convite do Teatro de Arena, em Porto Alegre, ministrou o curso Pintando em Cena, que tem como objetivo estimular a criatividade e a sensibilidade do artista na concepção do desenho de luz de uma peça, abordando conceitos e sistemáticas importantes para sua criação e execução.

Destinado a diretores, atores, técnicos de iluminação e demais interessados, a oficina foi uma oportunidade para novos talentos surgirem nos palcos gaúchos, como frisa a iluminadora. “A intenção do curso é desenvolver a imaginação dos alunos. Ajudá-los a ganhar uma percepção diferente, que possa incrementar um espetáculo. Hoje, se um diretor sabe trabalhar com a luz e tem um bom iluminador o céu é o limite.”

Mas não basta apenas ter criatividade para ser um iluminador. É preciso mais. O conhecimento técnico é indispensável para um bom profissional da área. Saber lidar com equipamentos dos mais básicos aos mais sofisticados, ter noção de ângulo para os refletores, conhecer minuciosamente uma cabine de controle fazem a diferença em um espetáculo. “Se a peça é mais dramática, você utiliza uma velocidade x na cena. Se o ator está em evidência, pode-se baixar ou aumentar a luz. Tudo isso é faz parte do aprendizado técnico”, garante o iluminador Sergio Oliveira.

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Seguinte, esse não é o texto que passaram na aula. Não encontrei nada relacionado ao "Luz, a magia do Palco", de Hamilton Figueiredo Saraiva, então tive que improvisar. Texto original aqui

Industrialização no Brasil

A chegada da fábrica no Brasil atrasou, porque a prosperidade do País, ao longo do século XIX, tinha sido motivada, sobretudo, pela economia de exportação agrária, onde o café desempenhou papel central. Dessa forma, a produção manufatureira cresceu de forma descontínua, em cada oportunidade que a exportação agrícola entrava em crise, e acabava quando esta última se recuperava.

No final do século XIX, São Paulo já apresentava condições favoráveis para a expansão do capitalismo urbano e industrial, como:

- disponibilidade de capital para investimentos em indústrias (o dinheiro de plantadores, comerciantes e financistas do café era investido na indústria em época de crise da exportação);

- existência de amplo contingente de força de trabalho à disposição do empresariado (a força de trabalho vinha da economia cafeeira, que, uma vez em crise, expulsava os trabalhadores desocupados, que, não tendo como sobreviver, vendiam sua força de trabalho muito barato para a indústria);

- formação de um mercado consumidor (o crescimento do operariado, das camadas médias e da burguesia do País constituía o conjunto de potenciais consumidores das manufaturas nacionais).

A industrialização nascia no Brasil, subordinada à ecnonomia agroexportadora e ao capitalismo internacional, que continuava impondo limites ao desenvolvimento dos países dependentes nessa divisão internacional do trabalho. Assim, era uma indústria que se limitava a alguns produtos para consumo que incorporava uma tecnologia simples (têxtil, roupas e calçados, alimentos, bebidas, fumo, madeira, química e farmácia, entre outros).

A produção de máquinas e equipamentos para a indústria, que teria sido importante para libertar o País da dependência econômica, não se fazia, porque era impossível concorrer com as economias fortes e desenvolvidas tecnologicamente da Europa e dos Estados Unidos. Por isso, sustenta-se que a indústria no Brasil chega atrasada e com um desenvolvimento industrial limitado.

Uma nova crise da economia agroexportadora, nos anos 30 do século XX, favorece mais uma vez a retomada da produção industrial nacional. Diante das dificuldades para importar produtos e equipamentos industriais manufaturados, novas fábricas foram criadas e as antigas passaram a empregar toda a capacidade produtiva. Entre 1933 e 1939, a indústria nacional cresceu 11,3%, contrastando com a agricultura, cuja produção aumentou apenas 1,7%.

A partir de 1930, sobretudo em 1937, este crescimento foi apoiado pelo Estado que assume a política de industrialização como necessária ao desenvolvimento da Nação. No entanto, este nacionalismo irá prevalecer em algumas circunstâncias, já que até a década de 1940, muitas vezes o Estado submeteu-se às pressões estrangeiras e sua economia continuou dependente no quadro da divisão internacional do trabalho.

No final dos anos de 1940, a industrialização do País, embora dependente, era um fato irreversível. A expansão capitalista e urbana aumentava o número e a importância das classes sociais mais novas: a burguesia industrial e financeira, o proletariado urbano e as camadas médias ligadas à burocracia estatal, às empresas provadas e ao setor de serviços.

Encerrava-se o primeiro ciclo representativo do capitalismo com os dois governos de Getúlio Vargas, entre 1937 e 1954.

Inaugurava-se a fase de Juscelino Kubitschek (1956-1961), com seu Plano de Metas dos "50 anos em 5". Este plano representou uma nova estratégia de desenvolvimento: substituição de importações de bens de capital (máquinas, equipamentos) e bens de consumo duráveis (automóveis, etc); o Estado voltava a investir maciçamente na construção de estradas, construção de Brasília, etc, e na indústria de base (novas siderurgias, ampliação da Petrobrás que tinha sido criada por Getúlio, construção de usinas hidroelétricas e outros empreendimentos).

Criava-se mercado para diversas indústrias e barateava-se o fornecimento de matérias-primas e insumos industriais, os investimentos estatais dinamizaram a economia que entrava em novo e vigoroso ciclo de crescimento.

O ciclo de crescimento econômico do final dos anos 1960 e da década de 1970, que coincide com os governos militares, é seguido de estagnação e inflação em grande parte nas duas últimas décadas do século XX. Essa crise levou a importantes mudanças na composição da economia, na gestão das empresas, nas relações de trabalho e na ocupação. Um fenômeno de ordem mundial, mas que teve impactos significativos também no Brasil.

O modelo de desenvolvimento (o chamado Brasil Grande), que era sustentado pelo investimento estatal, com bases nacionalistas, e uma forma hierárquica e/ou burocrática para gestão das empresas, deixa passagem para outro modelo que se impunha de forma gradativa, que ganhava maior visibilidade a partir da década de 1980.

Chega-se, assim, ao momento atual do capitalismo, chamado por alguns de capitalismo flexível, capitalismo financeiro, pós-fordismo, entre outras denominações. Hoje, vive-se uma forma de capitalismo que radicaliza a competitividade e pressiona cada vez mais pela globalização da economia. O capital penetra em todos os lugares geográficos, esferas da existência e em tempo real (sempre conectado no mesmo instante), graças às novas tecnologias.

Hoje, no mundo do trabalho, a ameaça do desemprego e os novos requisitos para manutenção do trabalho entram em cena. Observa-se uma diminuição sensível do emprego na indústria e o crescimento na área de serviços.

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Fonte: Adaptado de: ALENCAR, Francisco et al. História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1979

Não deixe o amor passar

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

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Thaís encenando isso foi muito macabro... xD

Atendimento ao consumidor


DEUCIMARA - Lojas Bernardo Franco Deucimara boa tarde em que posso ajudá-lo um momento por favor.

CLIENTE - Alô?

DEUCIMARA - Lojas Bernardo Franco Deucimara boa tarde um momento, por favor.

CLIENTE - Está bem........................... Alô? Alô!

DEUCIMARA - Alô Deucimara boa tarde...

CLIENTE - Eu sei quem você é!

DEUCIMARA - Em que posso ajudá-lo, um momento por...

CLIENTE - Espera!

DEUCIMARA - Favor.

CLIENTE - Alô, Deucimara? Eu só queria...

DEUCIMARA - Alô, Deucimara, boa tarde.

CLIENTE - Oi, boa tarde. Eu gostaria de uma informação...

DEUCIMARA - Informações é no setor nove vou transferi-lo obrigado sua ligação é muito importante para nós um momento, por favor.

CLIENTE - Não, eu só queria saber como... Alô. Alô? Alô, Deucimara?

ARGELI - Não, aqui quem fala é Argeli, Deucimara é no setor quatro, atendimento vou transferi-lo...

CLIENTE - Não!!!!

ARGELI - Um momento, por favor.

CLIENTE - Eu quero falar com qualquer um!!

DEUCIMARA - Lojas Bernardo Franco Deucimara...

CLIENTE - Deucimara, fala comigo!

DEUCIMARA - Pois não, em que posso ajudá-lo?
CLIENTE - Pelo amor de Deus, não desliga!

DEUCIMARA - Pois não.

CLIENTE - Nem me transfere.

DEUCIMARA - Pois não senhor.

CLIENTE - Deucimara...

DEUCIMARA - Pois não.

CLIENTE - Eu gostaria de saber...

DEUCIMARA - Pois não.

CLIENTE - Pare de falar "pois não" e me deixe falar!

DEUCIMARA - Pois não senhor.

CLIENTE - Eu comprei uma televisão e...

DEUCIMARA - Televisão é no setor sete, eletrodomésticos vou transferi-lo...

CLIENTE - Não Deucimara! Eu quero falar com você!

DORIS - Pois não.

CLIENTE - Obrigado Deucimara.

DORIS - Não, aqui quem fala é Doris, Deucimara é no setor quatro, atendimento...

CLIENTE - Ahhhh!!!!!!!

DORIS - Vou transferi-lo, um momento, por favor.

CLIENTE - Deucimara, é você?

DEUCIMARA - Lojas Bernardo Franco Deucimara...

CLIENTE - Por que meu Deus...?

DEUCIMARA - Boa tarde em que posso ajudá-lo?

CLIENTE - Deucimara?

DEUCIMARA - Pois não, senhor.

CLIENTE - Eu só quero saber se...

MÁQUINA - Bem vindo a nossa central de atendimento. Nesse momento todos os nossos atendentes estão ocupados.

CLIENTE - Não!!!!

MÁQUINA - Aguarde e dentro de instantes, você será atendido.

CLIENTE - Cadê você Deucimara!!!!?

MÁQUINA - Sua ligação é muito importante para nós.

CLIENTE - Socorro!!!!!

MÁQUINA – Para facilitar o atendimento digite o número do seu CPF, para confirmar tecle estrela.

CLIENTE - Meu Deus, pêra aí.

MÁQUINA - CPF inválido, por favor, digite pausadamente o número do seu CPF, para confirmar tecle estrela.

CLIENTE - Mas meu CPF é esse.

MÁQUINA - CPF inválido, por favor, digite pausadamente o número do seu CPF, para confirmar tecle estrela.

CLIENTE - Mas meu CPF é esse!!!!!

MÁQUINA - CPF inválido...

CLIENTE - Mas eu nem digitei.

MÁQUINA - Por favor, digite pausadamente o número do seu CPF, para confirmar tecle estrela. CPF inválido, por favor...
CLIENTE - Eu não vou digitar mais porra nenhuma!! Deucimara!!!!!!!!!!!

DEUCIMARA - Lojas Bernardo Franco Deucimara boa tarde em que posso ajudá-lo?

CLIENTE - Deucimara, que saudades!

DEUCIMARA - Boa tarde, senhor.

CLIENTE - Boa tarde Deucimara, tudo bem?

DEUCIMARA - Tudo ótimo senhor.

CLIENTE - Me ajuda, Deucimara.

DEUCIMARA - Pois não, senhor.

CLIENTE - Eu quero saber como é que eu faço para poder instalar o cabo do áudio que liga na televisão para eu poder gravar... Deucimara você tá aí?

MÁQUINA - CPF inválido...

CLIENTE - Não!!!!!!

MÁQUINA - Por favor, digite pausadamente o número do seu CPF, para confirmar tecle estrela.

CLIENTE - Cadê a Deucimara? Agora que a gente tava se entendendo. Deucimara, volta!

MÁQUINA - Se você deseja adquirir o nosso cartão Bernardo Franco, tecle 1.

CLIENTE - Não, não, tá tudo errado...

MÁQUINA - Para dúvidas em relação a pagamentos, tecle 2.

CLIENTE - Cadê a opção Deucimara?

MÁQUINA - Para saber sobre novidades, tecle 3. Ou aguarde na linha para falar com um de nossos atendentes.

BERNADETE - Lojas Bernardo Franco Bernadete boa tarde em que posso ajudá-lo?

CLIENTE - Bernadete?

BERNADETE - Sim, senhor?

CLIENTE - Me passa pro setor quatro atendimento Lojas Bernardo Franco Deucimara boa tarde em que posso ajudá-lo.

DEUCIMARA - Lojas Bernardo Franco Deucimara boa tarde em que posso ajudá-lo?

CLIENTE – Deucimara, nesse tempo todo que eu fiquei que nem um babaca segurando esse telefone, falando com cem pessoas diferentes, inclusive com uma máquina...

DEUCIMARA - Pois não.

CLIENTE - Eu decidi que...

DEUCIMARA - Pois não.

CLIENTE - Que eu vou me matar.

DEUCIMARA - Suicídios é no setor dez vou transferi-lo obrigada, sua ligação é muito importante para nós, um momento por favor.

SUELI - Sueli suicídios em que posso ajudá-lo? Alô. Alô? Xi, acho que a linha caiu.

Plásticos e Borracha de Uso Industrial

Monômeros: do grego "mono" (um) e "meros" (parte) é uma pequena molécula que pode ligar-se a outros monômeros formando moléculas maiores denominadas polímeros.

Polímeros: são compostos químicos de elevada massa molecular resultantes de reações químicas de polimerização. Os polímeros são macromoléculas formadas a partir de unidades estruturais menores - monômeros. Os polímeros , dependendo do número de monômeros, podem ser chamados de "dímeros", "trímeros", ... se tiverem 2, 3, 4, ... monômeros respectivamente. Qualquer número de unidades de monômeros nos polímeros mais simples podem ser indicados pelo prefixo apropriado. Quando o polímero é muito extenso prefere-se utilizar o prefixo "poli", por exemplo, polietileno.

Monômeros: ... + A + A + A + A +... => ... - (A - A - A - A)...

Plástico: são meteriais orgânicos sintéticos, de constituição macromolecular, dotada de grande maleabilidade (que apresentam a propriedade de adaptar-se em distintas formas), facilmente transformável mediante o emprego de calor e pressão, e que serve de matéria-prima para a fabricação dos mais variados objetos: vasos, toalhas, cortinas, bijuterias, carrocerias, roupas, sapatos, etc. A matéria-prima dos plásticos é o petróleo.

Exemplos de monômeros são os hidrocarbonetos, derivados do petróleo, do tipo alcanos e alcenos. Os hidrocarbonetos como o estireno e etileno reagindo em cadeia formam plásticos como o poliestireno (reação em cadeia do estireno) e polietileno (reação em cadeia do etileno). Esta reação em cadeia entre os monômeros formando o polímero é chamada de polimerização.

Polimerização: A polimerização é uma reação em que as moléculas menores (monômeros) se combinam quimicamente para formar moléculas longas, ramificadas ou não. A polimerização pode ser reversível ou não e pode ser espontânea ou provocada (por calor ou reagentes).

Classificação dos polímeros:

1) Quanto à ocorrência

a) Poímeros naturais (os que existem na natureza)
Ex: proteína, celulose, amido, borracha, etc.

b) Polímeros artificiais (obtidos em laboratório)
Ex: polietileno, isopor, etc.

2) Quanto às aplicações industriais

a) Elastômeros: possuem propriedades elásticas.
Ex: borrachas (naturais ou sintéticas).

b) Plásticos: são sólidos maleáveis ou não.
Ex: PVC, poliuretano , polietileno, etc.

c) Fibras: quando se prestam à fabricação de fios.
Ex: nylon, poliéster, etc.

3) Quanto à estrutura

a) Polímeros lineares: quando a macromolécula é formada por uma cadeia linear de átomos.

b) Polímeros tridimensionais: quando a macromelécula se desenvolve em todas as direções.

4) Quanto a obtenção

a) Polímeros de adição: esse tipo de polímero é formado pela adição de moléculas de um só monômero.

b) Copolímeros: esses polímeros são formados a partir de dois ou mais monômeros diferentes.

c) Polímero de Condensação: esses polímeros são formados a partir de monômeros iguais ou diferentes, havendo eliminação de moléculas simples.

5) Quanto a propriedade mecânica

a) Termoplástico: quando sujeito à ação de calor, facilmente se deforma podendo ser remodelado e novamente solidificado mantendo a sua nova estrutura. Por isso, é um material reciclável. Exemplos: polipropileno, polietileno, o PVC, entre outros.

b) Termofixos: são plásticos cuja rigidez não se altera com a temperatura, diferente dos termoplásticos que amolecem e fundem-se. A determinadas temperaturas, polímeros termofixos se decompõe. Esta impossibilidade de fusão dificulta o desenvolvimento de um processo adequado de reciclagem destes polímeros. São solidificados com aplicação do calor e não amolecem mais, ao contrário dos termoplásticos que utilizam o calor para a sua possível modelagem.

c) Elastômero: são polímeros, que na temperatura ambiente podem ser alongados até duas ou mais vezes seu comprimento e retornam rapidamente ao seu comprimento original ao se retirar a pressão. Possuem, portanto, a propriedade da elasticidade. Comumente são conhecidos como borrachas.

6) Termoplásticos de baixa resistência

Conforme o tipo de polímero utilizado, o termoplásticos apresentará características distintas com relação à sua cor, resistência térmica, elétrica e mecânica.

PE - Polietileno
PP - Polipropileno
PS - Poliestireno
PVC - Policloreto de vinila
ABS - Acrilonitrila-butadieno-estireno
PTFE - Tetrafluoretileno

7) Termoplásticos de alta resistência

PA - Poliamidas
PC - Policarbonato
POM - Poliacetal

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Plásticos são fodas...
Ah, só acrescentando: a matéria de Tecnologia dos Materiais e Processo se estendeu até uma parte do 2º módulo por causa de algumas aulas atrasadas (feriados, essas coisas), portanto esse é o último tópico, fechei o conteúdo =D

Modelo Japonês de Administração


Nunca pensei que estudaria sobre Fordismo e Taylorismo no Formare!!!
Tivemos inclusive até uma prova sobre isso!!!
Gabriel nos passou muitos textos relacionados ao assunto, mas o principal foi uma apostila do Modelo Japonês de Administração que eu encontrei em pdf para quem quiser consultar. Lembrando que isso é matéria de 2º ano do Ensino Médio, de Geografia, também... =D

Clique aqui para ver o conteúdo da apostila =D

Problema com bebidas


"FALAMOS DEMAIS, OUVIMOS DE MENOS!
DISCUTIMOS MUITO, DIALOGAMOS POUCO E...
TOMAMOS DECISÕES PRECIPITADAS EM NOSSAS VIDAS..."


Nunca tinha imaginado que Cyanide and Happiness seria de extrema importância para a Análise e Solução de Problemas!!
Adoro Cyanide =D

Reeditando o post

Olá, leitores esporádicos do meu querido blog sem nome definitivo =)

Pelo que eu vi nas datas, minha última postagem foi em Setembro!!!! =O

Nossa, nem parece que o tempo passou tão rápido!!! Aconteceram muitas coisas nesse finalzinho de ano, MUITAS MESMO. Sou, inclusive, outra pessoa, talvez até mais feliz =D

Bem, eu praticamente acumulei conteúdo de um módulo inteiro e mais dois bimestres escolares (escola acabou!!!!), fora os outros conteúdos que eu postava por conta própria. Na verdade, nem me lembro onde eu parei, mas não deve ser tão difícil pra me interar de novo...

Enfim, fiz ENEM, vestibular da PUC-Poços, uma centena de provas na escola, fiquei louca, conheci FINALMENTE meu namorado virtual, fiz mais outra centena de provas e trabalhos no Formare, virei representante bimestral de lá, tomei no nariz muitas vezes, ri muito, inclusive chorei demais também...
Virei hunter no Ragnarok online \õ/

Até acho que estou mais comunicativa, ainda que continuem me rotulando como nerd-santa-bicho do mato-whatever.

AAHHH!!! Pela primeira vez em muitos meses de trabalho duro consegui momentos para descansar e assistir alguns episódios de One Piece e Ranma 1/2...
Só falta arranjar tempo para voltar a ler alguns livros agora...

Outras notas rápidas:
  • Tentei começar academia, mas depois de ir uma única vez naquele lugar, percebi que isso não é para mim - preço salgado, lugar apático, contrato muito fdp para incentivar alguma coisa, etc, etc, etc...
  • Conheci algumas coisinhas de Andradas... Bem, conheci a praça!!
  • Aprendi a atender telefone!! Desde os meus sete anos eu não ligava/atendia mais esses aparelhos estranhos, fora as vezes que conversei com o mano Álif my love.
Tem mais coisas também, mas acho que são quase irrelevantes, porque esqueci delas já!!!

Enfim, vou tentar postar o máximo de conteúdo que eu conseguir até dia 18 de dezembro, porque provavelmente nessa data eu já não estarei mais em Pinhal - vou tirar umas férias em Jacareí com o meu magrelo, isso até anima os meus espíritos =D

Ciao Ciao!!!~

Sobre mim!

Juliana Fernandes, estudante de 18 anos com sérios problemas mentais, inaugura seu 123343º blog, desta vez com o intuito de reunir o máximo de informação possível para o vestibular (e coisas mais!)
Junto ao seu fiel parceiro invisível, sem nome e inexistente, ela continua sua árdua tarefa de manter-se atualizada para não levar mais tapas da profª de Matemática de Pinhal City, a roça!!
Não perca o próximo capítulo dessa incrível aventura!!


"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."

- Clarice Lispetor


Tigrão do zoo de São Paulo!
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